DOMINGO 20h PROGRAMA SINTONIA MPB http://radiosintoniabr.com.br

16 de Julho de 2009

Canto Potiguar - Volume 02 [2009]

Faixas:
01 ESPANTA NA CPI DO RISO
david cunha (espanta jesus)

02 FORRÓ DA LAMPARINA
j. junior
03 ENCONTRO CASUAL

joana Medeiros

04 FEITO A MÃO
leão netto
05 SERRA DA BOA ESPERANÇA
glorinha oliveira

06 DEIXA
lucinha lira
07 PUXANDO FOGO
galvão filho
08 A PAIXÃO
terezinha de jesus
09 COCA COLA COM COCADA

arleno farias

10 ALMA DE VAQUEIRO (poema)
geraldo do norte
11 BOI TUNGÃO
folcore
12 CARIOQUINHA (instrumental)
regional sonoroso

13 MÃOS DE SEDA, CORAÇÃO DE FERRO
impacto 5
14 ADEUS GAROTA
isaque galvão
15 BAIÃO DE LACAN
khrystal

Nova História da MPB - Volume 30 - Herivelto Martins [1977]

faixas:
lado 1

01 - caminhemos
[herivelto martins]
francisco alves
02 - cabelos brancos
[herivelto martins e mariano pinto]
sílvio caldas
03 - izaura
[herivelto martins e roberto roberti]
joão gilberto
04 - segredo
[herivelto martins e marino pinto]
dalva de oliveira

lado 2
01 - praça onze
[herivelto martins e grande otelo]
castro barbosa e trio de ouro
02 - ave maria no morro
[herivelto martins]
trio de ouro
03 - a lapa
[herivelto martins e benedito lacerda]
francisco alves
04 - pensando em ti
[herivelto martins e david nasser]
nelson gonçalves

História da MPB - Volume 28 - Carlos Lyra [1970]

Nascido em família de músicos, em 11 de maio de 1935, Carlos Lyra teve sua infância sempre permeada pela música, arriscando-se num piano de brinquedo e depois em uma gaita. E esse sangue acompanhou sua adolescência, quando teve contato com o público ainda na escola.

Se profissionalizou e trocou o curso de Arquitetura pela música. Suas primeiras composições foram na linha samba-canção, na década de 50, mas a Bossa rompeu também suas veias, quando Silvinha Telles gravou Menina em 56, trazendo a gravação precursora do movimento na outra face do disco, Foi a Noite, de Tom Jobim e Newton Mendonça. A partir daí, encantado com a nova mistura, Carlos Lyra e suas composições chegaram ao representante maior do movimento, João Gilberto.

Como ele próprio dizia, todos entoavam suas músicas, mas ninguém conhecia seu autor. Tem também uma forte participação no teatro e no cinema. Com o militarismo, a censura e a repressão, envolveu-se com sua segunda paixão, a Astrologia. E foi com ela que quis ser reconhecido na década de 70, pois para ele a bossa já tinha passado.

Mas o público lá dos tempos de escola juntou-se ao público dos colégios nos anos 80. A bossa renasceu, sua música voltou a soar, dessa vez por todo o país, e com seu autor devidamente conhecido e reconhecido.
Carô Murgel

Faixas:
Lado 1

01 PAU-DE-ARARA
(Carlos Lira e Vinícius de Moraes)
Ary Toledo
02 LOBO BOBO
(Carlos Lira e Ronaldo Bôscoli)
Alaíde Costa
03 INFLUÊNCIA DO JAZZ
(Carlos Lira)
Carlos Lyra
04 MARIA MOITA
(Carlos Lira e Vinícius de Moraes)
Nara Leão

Lado 2
01 PRIMAVERA
(Carlos Lira e Vinícius de Moraes)
Carlos Lyra e Dulce Nunes
02 MARIA DO MARANHÃO
(Carlos Lira e Nelson L. de Barros)
Elis Regina
07 QUEM QUISER ENCONTRAR O AMOR
(Carlos Lira e Geraldo Vandré)
Geraldo Vandré
04 MARCHA DA QUARTA-FEIRA DE CINZAS
(Carlos Lira e Vinícius de Moraes)
Os Bossais

* contribuição e remasterização
TOM de MACEIÓ

Gilberto de Abreu - João, Gilberto e Clarisse [2000]

O trabalho, fruto de três anos, tempo dedicado à criação, ensaios, apresentações e gravações, está em sintonia com a proposta da poesia sonora, que trata o poema não como letra numa música nem como texto a ser recitado, mas como célula expressiva em diálogo com o som, provocando imagens e reflexões. O cd é composto de dez faixas e sete poemas, todos colhidos na safra da poesia contemporânea mineira: Murilo Antunes, Ronaldo Brandão, Luciana Tonelli, Maria José Bretas, Joana Guimarães, além do próprio Gilberto, responsável pela concepção musical e arranjos finais de todas as faixas. Tocando um cavaquinho em outra afinação, acrescida de efeitos sonoro/tecnológicos, dá o tom pra percussão de João Carlos e a rebeca de Clarisse Alvarenga, formando o trio que desembocou no título do trabalho e remete a João Gilberto e Clarice Lispector, dois gigantes da música e das letras. Das três faixas que não trazem poemas, duas são instrumentais, entre elas uma releitura de “Carinhoso”, de Pixinguinha e João de Barro, clássico inquestionável da música brasileira. Há também uma curiosa regravação de “O Tempo vai Apagar”, canção de Paulo César Barros e Getúlio Côrtes, conhecida na voz de Roberto Carlos.
João Carlos, percussionista, parceiro e amigo de Gilberto tem uma participação fundamental nesse trabalho, dividindo com ele a concepção minimalista do cd, que conta também com as participações especiais dos músicos; Tattá Spalla e Fernando Lopes e o ator e músico Kimura Schetino. Clarisse Alvarenga, também jornalista deixou gravada a sua participação com a rabeca em “Gente”, e Gabriela Ruas emprestou sua voz infantil ao “O Monstro”. Gravado e mixado no estúdio Audio-Digital por Sérgio Murilo entre setembro de 1999 e dezembro de 2000, o cd teve edição esgotada, houve ainda uma segunda edição distribuída no “mano a mano”. Com o traço indelevelmente associado à história de um dos mais importantes movimentos musicais do Estado, além de capas de discos de Beto Guedes, ele tem desenhos em discos de Toninho Horta e Lô Borges, para os quais também fez cenários de shows – Gilberto de Abreu não poderia negar a relação que mantêm com a música desde que, ainda na adolescência, se tornou vizinho dos Borges no edifício Levy, no Centro de Belo Horizonte, onde foi morar quando se transferiu de Montes Claros, oriundo de Espinosa, norte de Minas, para a capital. Na estréia fonográfica marcada pela independência, o CD que foi inteiramente bancado pelo artista, à base de permuta com seus quadros, reúne a sua produção poética e a de amigos. O artista plástico, performer e poeta admite ter encontrado no disco o formato ideal para expor parte de sua irrequieta produção artística que, além de desenhos e pinturas, inclui poemas e composições feitas no cavaquinho que toca desde a década de 70, quando entrava em cena em companhia do instrumento no espetáculo teatral “Risos e Facadas”, de Eid Ribeiro e Ronaldo Brandão, inspirados em textos de Samuel Becket. Sobrinho do flautista Oswaldo Lagoeiro, que fez carreira em emissoras de rádio da cidade quando o veículo ainda cultivava performances ao vivo de profissionais da música, e primo do baixista e compositor Yuri Popoff, Gilberto diz que não precisou freqüentar escola de música depois da intensa convivência com os integrantes do então nascente Clube da Esquina. “Enquanto aprendia música com eles, alguns como o Beto Guedes se enveredavam na pintura comigo” recorda das incursões dos dois no ateliê do chorão e pintor Godofredo Guedes, pai de Beto. Na linha inversa dos que fazem da música um mero fundo musical para a poesia, no disco ele promove a interação total das duas manifestações, dando origem a um novo formato do gênero.

“Quando ele dedilha o cavaquinho, parece estar sintonizado a uma época de questionamento e inconformismo, a mesma que viu surgir grande parte de sua produção artística, que hoje ultrapassa 30 anos de vida”.
(De matérias de Alécio Cunha, Ailton Magioli e Alexandra Martins).

Faixas:
01 – clarice lispector, joão gilberto (instrumental)
gilberto de abreu.
violões base e solo, tattá spalla. cavaquinhos base e solo (distorção) e vocal, gilberto de abreu.
02 – pó
murilo antunes e gilberto de abreu
03 – gente
gilberto de abreu
cavaco e voz, gilberto de abreu. percussão joão carlos. rabeca, clarice alvarenga.
04 – quadra 76
maria josé bretas e gilberto de abreu
1° e 2° cavacos e voz, gilberto de abreu. percussão, joão carlos.
05 – carinhoso
pixinguinha e joão de barro
1º, 2° e 3° cavacos, gilberto de abreu. gaita, kimura schetino.
06 – lapso
luciana tonelli e gilberto de abreu
1° e 2° cavacos e voz gilberto de abreu, percussão e voz, joão carlos.
07 – o monstro
ronaldo brandão e gilberto de abreu
voz, gabriela ruas
1°, 2°, 3°, 4° cavaquinhos e voz, gilberto de abreu,. percussão e voz, joão carlos.
08 – só o tempo vai apagar
getúlio cortez e paulo césar barros.
cavaco base e cavaco solo (distorção), gilberto de abreu. instrumento de pvc, joão carlos.
09 - velhocyclo
gilberto de abreu
cavacos, base e solo, e a voz, gilberto de abreu. percussão, joão carlos. teclados, fernando lopes (batata).
10 – joão gilberto
joana guimarães e gilberto de abreu
violões base e solo, tattá spalla. cavaquinhos base e solo (distorção) e voz, gilberto de abreu.

Gravado no estúdio áudio-digital entre setembro de 1999 e dezembro de 2000, por Sérgio Murilo. Mixado por Sérgio Murilo e Gilberto de Abreu. Masterizado no estúdio Sonhos e Sons por Evandro Lopes, em dezembro de 2000.

* por gilberto de abreu

Severino Januário no Forró [1966]

Compositor. Instrumentista. Sanfoneiro.
Em 1955 gravou seu primeiro disco, pela Sinter, interpretando de sua autoria e Luiz Gonzaga o baião "Cachorro do má" e a rancheira "Alembrando". No mesmo ano gravou o xote "Cabra macho" e o baião "Canastrinha", ambas de sua autoria e Luiz Gonzaga. Em 1956 lançou pela RCA Victor de sua autoria o chamego "Chamego de Sinhá" e o choro "Arrasta-pé no Cariri". Em 1957 gravou de sua autoria o baião "Casaca de couro" e de Luiz Gonzaga a polca "Polca fogueteira". No mesmo gravou o miudinho "Serra talhada" e o calango "Carapina", ambas de sua autoria e Luiz Gonzaga. Em 1958 gravou, entre outras, o xote "Porto Novo", o forró "Salgueirinho", a mazurca "Petrolina" e o forró "Forró em Tacaratu". Em 1959 gravou de sua autoria as polcas "Cajazeiras" e "Caiçaras" e o choro "Calundu". Gravou no mesmo ano, de Miguel Lima, o choro do sertão "Mineirinho". Em 1960 gravou de sua autoria o xaxado "Moxotó", de Miguel Lima e Aguiar Filho, a rancheira "Rancheira da vovó" e de Miguel Lima e Claudino Lima a rancheira "Marambaia". Em 1961 gravou de Miguel Lima e Ferreira Filho o baião "Promessa", de sua autoria e Marina Nunes, o choro "Andorinha" e de sua autoria e Diógenes Lima o baião "Januário em Caxias", entre outras. Em 1962 gravou o baião "Sabiá do sertão" de sua autoria e Miguel Lima. Em 1963 gravou de sua autoria e Miguel Lima o baião "Pagando promessa". Ao longo da carreira gravou mais de dez LPs, entre os quais "Briga no forró" pela Premier, "Choveu no meu roçado" pela Beverly, "Forró de São João" pela Tapecar e "Xaxadinho das Alagoas" pela Candem. No início dos anos 1970 gravou de Luiz Gonzaga "Fogueira de São João" e "Asa branca" de Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira. Em 1976 gravou pela Som Livre o LP "Forró envenenado", com destaque para as composições "Casca de coco", "Forró em Paulo Afonso", "Chamego de cearense" e "Voltei para o sertão", todas de sua autoria.
fonte: dicionário cravo albin de música popular brasileira

FAIXAS:
01 - MORENINHA LINDA
canta JOÃO SILVA
02 - FORRÓ DO ZÉ KELÉ
03 - CABOCLA DO PILAR
04 - FORRÓ EM GUARUJÁ
05 - BATE BATE CORACAO
06 - FORRÓ DO MANÉ PAULO
canta JOÃO SILVA
07 - COSTUME SERTANEJO
canta JOAO SILVA
08 - FORRÓ EM SAQUAREMA
09 - DESPERTA NORDESTE
10 - FORRO DO CARIE
11 - EU E MAIS NINGUEM
canta JOÃO SILVA
12 - FORRÓ EM ARARIPINA

* contribuição
ARIEVALDO VIANA

Rosaura Muniz - Jazz com Jerimum [2009]

Carminha Pereira, diretora da Rádio Capibaribe do Recife, escreve: "Rosaura Muniz, cantora, compositora, professora de inglês. Essa moça teve escola. Escola musical, escola política, escola cultural, escola pra vida. Do pai, herdou o gosto pela boa música, pelo jazz, pelos grandes musicais da Broadway. Da mãe, locutora e atriz Rosaura Camargo, ela herdou o poder de comunicação."

"Rosaura ouve e canta Ella Fitzgerald, Sarah Vaughan, Billie Holiday, The Beatles, Frank Sinatra… No Brasil, cresceu ouvindo Elis, Chico, Caetano, Betânia, Zizi Possi. Fez curso de letras na universidade e hoje escreve versos musicais. Aprendeu inglês para entender melhor as mensagens dos seus ídolos internacionais e foi a Londres para conferir."

"E pensar que ela saiu de Caruaru, no interior de Pernambuco. De Caruaru to the world! É por isso que eu admiro e amo Ella Fitzgerald, Sarah Vaugham, Billie Holiday, Beatles, Frank Sinatra, Elis, Chico, Caetano. Betânia, Zizi Possi e... Rosaura Muniz, para mim, simples e carinhosamente, Rosaurinha."

O comentário de Carminha Pereira, diretora da Rádio Capibaribe do Recife, revela um pouco da história de Rosaura Muniz, que, desde os 7 anos, já demonstrava seu interesse pela música. Isso aconteceu em um show promovido por uma emissora de rádio recifense, onde a pequena cantora se apresentou pela primeira vez em público.

Motivada por uma paixão cultural, Rosaura Muniz ingressou, em 1982, no curso de Letras da Universidade Católica de Pernambuco, UNICAP, onde participou de peças teatrais. E, em 1984, foi vocalista do grupo musical Cartaz, que se apresentava em bailes e festas no Recife e interior de Pernambuco.

Após dedicar-se ao curso universitário, Rosaura voltou ao cenário musical pernambucano, em 1993, cantando frevo, baião e clássicos da música popular brasileira. A cantora já se apresentou em diversas casas noturnas recifenses e eventos culturais das prefeituras da cidade de Olinda e Recife.

Em 2001, Rosaura lançou seu primeiro cd, Flerte, em que também estréia como compositora de um frevo em homenagem a dois hinos tradicionais do carnaval de Olinda e Recife (hino de Elefantes e o de Pitombeira dos Quatro Cantos). No cd, Rosaura canta um pouco de cada uma de suas paixões, desde a música regional pernambucana até a versão de um famoso jazz norte-americano. A mistura de ritmos associada à voz suave e ao estilo próprio da cantora resultou em um conjunto bastante harmonioso, rendendo-lhe um resenha jornalística, elaborada por Ana Paula Sousa, na revista Carta Capital.

Rosaura Muniz também participou do CD “Mulheres Cantadeiras de uma nação chamada Nordeste”, de Xico Bezerra, em que participaram grandes nomes da música nordestina, tais como Marinês, Amelinha, Maria da Paz, Nádia Maia, Sevi Nascimento, com quem divide uma das faixas.

Com o repertório eclético, passeando pelo baião até o jazz, Rosaura Muniz ainda continua, em 2005, brilhando nas noites pernambucanas
fonte: http://rosauramuniz.kit.net

NOVO TRABALHO
A cantora Rosaura Muniz lançou seu novo CD, "Jazz com Jerimum", no dia 24 de março de 2009, as 19h, no Shopping Trindade, na Passa Disco, na Estrada do Encanamento, (após o Clube Alemão)

Faixas:
01 nego d'água
02 as mãos de vitalino
03 xote do grande amor
04 saia do sereno
05 céu de balão
06 é tempo de ciranda
07 eu vi, vou ver
08 morena bela
09 enluarado
10 matuto
11 flor de romã
12 rua da matriz

* contribuição
SALA NORDESTINA DE MÚSICA
recife/pe

Luiz Américo - Série Aplauso [1979]

faixas:
lado 01

01 carta de alforria
[américo - braga]
02 camisa 10
[hélio matheus e luiz vagner]
03 eu não desisto
[luiz américo, braguinha e clóvis de lima]
04 adeus marapé
[miguel angelo e oswaldo cruz]
05 pena que ela seja em cores
[dora lopes e clayton]
06 feliz da vida
[américo e carvalho]

lado 02
01 desafio
[luiz américo, bráulio de castro e clóvis de lima]
02 quem há de dizer
[lupicínio rodrigues e alcides gonçalves]
03 casa cheia
[américo - carvalho]
04 meu mengo
[américo - braga]
05 perdi você
[conde fernete, bráulio de castro e adilson francisco]
06 pout-pourri
- a volta do boêmio
[adelino moreira]
- ela disse-me assim
[lupicínio rodrigues]
- matriz ou filial
[lúcio cardim]

* contribuição
AMILCAR
são paulo/sp

Tânia Alves - Bossas e Boleros [2003]

Faixas:
01. O Amor em Paz
02. Começaria Tudo Outra Vez
03. Caso Sério
04. A Noite do Meu Bem
05. Folhas Mortas
06. Contigo En La Distancia
07. Apelo
08. Odara
09. 3x4
10. Esse Cara
11. Saia do Caminho
12. Samba e Amor

* contribuição
RAFAEL

Neo Pi Neo - Forrock Arabience

Cantor. Gaitista. Humorista. Compositor. Engenheiro civil.
Iniciou a carreira artística em 1992, apresentando-se no I Festival de Humor do Shopping Aldeota. Neste período, apresentava-se com o nome artístico de Zé Breguesso.Trabalhando na construção civil, passou a escrever o lado engraçado do cotidiano dos serventes de obras, transformando-as em estorinhas de humor music, chamadas por ele de humorsical. Com habilidades em tocar gaita e violão começou a compor blues, rocks, baladas e forrós. Em 1997, gravou o primeiro disco de maneira independente, "Os forroleros e bolerangos de Neo Pi Neo", que foi lançado no programa Jô Soares. O CD vendeu cerca de 15 mil cópias, destacando-se a composição "A Rural", de sua autoria. No mesmo período, adotou o nome artístico de Neo Pi Neo. Entre 1999 e 2000, lançou o segundo CD, "Forrock Arabiense", que aproveita uma tirada do comediante Renato Aragão, de que cearense do interior tem a mania de falar um dialeto meio árabe, para dar título ao CD. Até o início do ano 2000, o disco já havia vendido 50 mil cópias e conta com 14 composições de sua autoria, e apresenta uma regravação do sucesso "A Rural", que ganhou uma nova versão chamada "A Rural 2-A Missão".
fonte: dicionário cravo albin

ficha técnica:
produtor fonográfico: somzoom studio
direção artística: emanoel gurgel
técnicos de gravação: jeovah maia, luiz vagner e hamilton silva
gravado, mixado e pré-masterizado no proaudio studio-fortaleza/ce
direção geral: trigueiro neto
produzido por: carlinhos ferreira
direção executiva: walmir rodrigues
criação e arte da capa: dairan temóteo e walmir rodrigues
fotos: cadinho

músicos:
bateria: canindé lima
baixo: everardo viana
guitarras: célio uchôa
teclados: carlinhos ferreira
acordeon: valdecir araújo
coro: elizeu ribeiro, ana angélica e lidiane

Faixas:
1. A Rural 2
2. Fole Afolozado
3. Bandida
4. Buá Buá
5. O Cuco
6. Mulhé Braba
7. O Gordo
8. Zé E Zefinha
9. A Cabaça
10. O Gambá
11. Só Na Mão
12. Inté O Talo
13. Leyla
14. Ê Boi

* contribuição
RAFAEL

Dicró - Funeral do Ricardão [1984]

Faixas:
1 Funeral do Ricardão
(Ari - Criolo Doido)
2 Massa mole
(Sarabanda - Monarco)
3 Um sete um
(A.Bronca do Vovô)
4 Plantação
(Adelzonilton - Édson Show)
5 Estudante
(Dicró)
6 O gênio
(Jota Ramos - Dicró)
7 Unidos da natureza (Calmarias)
(Elias do Parque - Dicró)
8 Rebate falso
(Pongá - Dicró)
9 Uso e abuso
(Nilo da Bahia - Dicró)
10 Salve a cor
(Genésio Martins - Railson Reis)

* contribuição
RAFAEL

Rosemary - Na Trilha dos Amores [1988]

Faixas:
1 Sedução
(Ed Wilson - Ronaldo Bastos)
2 Me ajude a te esquecer
(Gilson - Carlos Colla)
3 Fica mais um pouco
(Frankye Arduini - Arnaldo Saccomani)
4 Fera
(Cláudio Rabello - Jota Moraes)
5 Querer por querer
(Beto Mi)
6 Tudo por amor
(Paulo Massadas - Michael Sullivan)
7 Tua imagem
(Papi - Kátia)
8 Na trilha dos amores
(Ricardo Magno - Tavito)
9 Palavras de amor
(Cláudia Olivetti)
10 Mordida de maçã
(Cláudio Rabello - Torquato)

* contribuição
RAFAEL

Antonio Marcos - 08-11-1945 [1971]

Faixas:
1 Seu rosto e eu
(Mário Marcos - Antônio Marcos)
2 Don Quixote
(Antônio Pedro - Antônio Marcos)
3 Look my world
(Totó)
4 Pequenos nos erros meus
(Rildo Hora)
5 Deixo o tempo me levar
(Leno)
6 Estrada
(Renato Júnior - Antônio Marcos)
7 Sem destino
(Ravel - Dom)
8 Meu castelo de areia
(Nenéo)
9 Dia 10
(Sergio Reis - Demétrius)
10 Namorada
(Fred Falcão - Arnoldo Medeiros)
11 Quando eu quero, quero mesmo
(Osmar Navarro)

* contribuição
GERALDO MOTA

Geraldinho Lins - Forró ao Vivo no Pé do Ouvido - Volume 01

FAIXAS:
01 AMOR DO SERTÃO
02 CORAÇÃO
03 PORRES POR VOCÊ
DEUSA DE ITAMARACÁ
04 SERÁ AMOR
EU TE AMO
05 AMOR
OLHEI PRO MAR
06 SE LEMBRA CORAÇÃO
07 XOTE DA SAUDADE
08 CABOCO DO SERTÃO
CARTA BRANCA
09 MALA E CUIA
MEU CENÁRIO
10 LEMBRANÇA DE UM BEIJO
POR VOCÊ
11 SE TU QUISER
12 SOU O ESTOPIM
ATÉ MAIS VER
13 TEM DÓ, PEQUENININHA
PRA TODO MUNDO
14 A VIDA É VOCÊ
15 NÓS DOIS
16 NENÉM MULHER
MENINO DE COLO
17 A NATUREZA DAS COISAS
FORRÓ E PAIXÃO
18 AMOR DE SÃO JOÃO
19 JARDIM DOS ANIMAIS

* contribuição
TOM de MACEIÓ

14 de Julho de 2009

A cantora potiguar JOANA MEDEIROS no 2º Festival da Canção

Depois de classificar-se em dois importantes festivais, como o MPbeco, com a música 'Um xote no tempo" que compôs em parceria com Genildo Mateus, e "Se me der na telha" em parceria com Ana Pascoal de Lima, chegou o momento da cantora e compositora Joana Medeiros mostrar mais uma canção inédita, e desta vez, será no 2º Festival da Canção, promovido pela Assembleia Legislativa. A cantora defenderá a música intitulada "PALCO" de sua autoria, em parceria com o músico violonista, Alexandre Siqueira. A apresentação desta 1ª fase acontecerá dia 6 de agosto em Parnamirim/RN.

Estaremos lá, todos nós, torcendo pelo sucesso desta artista.
Ela merece !!!
Bjs Ciça

Odaíres canta Mirabô no projeto Poticanto desta quarta-feira - Natal/RN

A cantora Odaíres interpretará canções de Mirabô Dantas nesta quarta-feira, às 20h, no TCP – Teatro de Cultura Popular Chico Daniel, durante mais uma edição do projeto Poticanto.

Odaíres iniciou a carreira de cantora na década de 1960, quando casou com o músico Mirabô Dantas. Influenciada pelo Movimento Tropicalista, ao lado de Mirabô e da Irmã Terezinha de Jesus, participou dos festivais de músicas das décadas de 1960 e 1970, em Natal. Nessa época se classificou, em primeiro lugar, com a música “Do caminho do hippie drive-in”, promovido pelo Sesc e Jornal Diário de Natal.

A entrada é franca através de senhas antecipadas que podem ser retiradas no próprio Teatro, na Flamma Luminárias (Av. Prudente de Morais, 2005) ou Carne e Cia (Rua Apodi, 692).

Serviço
Odaíres canta Mirabô
Quando: quarta-feira, 20 h, no TCP – Teatro de Cultura Popular Chico Daniel
Entrada Franca
Informações: 9922-8188 e 9251-7783.

postagens:

3ª feira - acervo pessoal
5ª feira - contribuições
sábado - coleções da MPB

abraços!

13 de Julho de 2009

Geraldo Azevedo em Lisboa


Teremos na próxima sexta-feira um dos grandes nomes do Forró - Geraldo Azevedo - encantando com as suas lindas músicas como Moça Bonita e Dona da Minha Cabeça entre outras... A não perder!!!

Os sócios da APF têm disponíveis bilhetes promocionais (33% desconto) apenas na portaria - mediante a apresentação do cartão de sócio.

Canto Potiguar - Volume 01 [2009]

Faixas:
01 LINDA BABY
pedrinho mendes

02 CAVALO DO CÃO (instrumental)
edu gomez
03 ALGUÉM NO BAR
mad dogs
04 ESTRADA
ismael alves
05 O PEDIDO
roberta sá
06 NOSSA HISTÓRIA
trio potiguá
07 HINO DE N. S. DO ROSÁRIO
diana cravo
08 EM PRIMEIRA MÃO
sueldo soares
09 KUKUKAIA
cida lobo

10 AMAZÔNIA QUER RESPIRAR
banda naturalmente
11 COLANDO A BOCA NO TEU ROSTO
mirabô & fagner
12 FLOR DE AÇUCENA
rejane luna
13 TE DEVORO
marlon
14 LUGAREJOS
geraldo carvalho
15 ESPINHA DE BACALHAU (instrumental)
jubileu filho



Moraes Moreira - Acústico [1995]

A natureza acústica de seu trabalho anterior, "O Brasil tem Con&erto", abriu caminho para a gravação de um especial na MTV. O disco foi gravado ao vivo nesta apresentação, que também está registrada em home-vídeo. Moraes passa a limpo as músicas mais importantes de seu repertório, desta vez misturando violões, sanfona e percussão com um quarteto de cordas e o trombone do maestro Vitor Santos. O CD conta ainda com duas músicas inéditas: Arco-iris e Pernambuco é Brasil.

Faixas:
1. Meninas do Brasil
(Fausto Nilo - Moraes Moreira)
• Vassourinhas
(Mathias da Rocha-Joana Batista Ramos-Adpt. Moraes Moreira)
2. Pão e poesia
(Fausto Nilo - Moraes Moreira)
3. Brasil pandeiro
(Assis Valente)
4. Arco-íris
(Glorinha Gadelha - Moraes Moreira - Sivuca)
5. Acabou chorare
(Galvão - Moraes Moreira)
6. Mistério do planeta
(Galvão - Moraes Moreira)
7. Forró do ABC
(Patinhas - Moraes Moreira)
• Forró de Zé Tatu (Jota Ramos-Jorge de Castro)
8. Pernambuco é Brasil
(Moraes Moreira)
9. Cidadão
(Capinan - Moraes Moreira)
10. De noite e de dia
(Fausto Nilo - Moraes Moreira)
11. Lá vem o Brasil descendo a ladeira
(Pepeu Gomes - Moraes Moreira)
12. Coisa acessa
(Fausto Nilo - Moraes Moreira)
13. Pombo correio
(Dodô - Osmar - Moraes Moreira)
• Festa do interior (Moraes Moreira-Abel Silva)
14. Vassourinha elétrica
(Moraes Moreira)
15. Preta pretinha
(Galvão - Moraes Moreira)